Nos últimos anos, até a alimentação passou a ser tratada como ferramenta de desempenho.
Come-se para render mais, produzir mais ou atingir objetivos específicos.
Embora isso tenha sua importância, existe um risco em transformar toda refeição em uma meta.
Comer também pode ser prazer, convivência e pausa.
Nem tudo precisa ser otimizado.
Às vezes, uma refeição simples compartilhada com pessoas queridas oferece benefícios que não aparecem em tabelas nutricionais.
A alimentação faz parte da vida.
E a vida não se resume à produtividade.
Fonte: Cerrado Temperado

